18/05/2012 às 20:52
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Arquivado em Música,Raissa com 617 palavras
Ontem morreu nos Estados Unidos um dos ícones da disco music de todos os tempos. Donna Summer tinha 63 anos, e sofria de câncer no pulmão. Mas longe de ser um post fúnebre, eu resolvi escrever em homenagem a essa diva que embalou a trilha sonora de muita gente na década de 70.
O meu post de hoje é dedicado às bandas que fizeram da “Era Disco” uma das mais brilhantes e lembradas fases musicais e videoclípticas (palavra nova!!) de todos os tempos.
Quem abriu a “Era Disco” foi a própria, Donna Summer que em 1975 lançou seu primeiro single que bombou nas paradas norte-americas, chegando consequentemente à vários países do globo. Esse primeiro single lançado por ela foi da música, Love To Love You Baby. Anos depois, quem gravaria essa canção novamente seria, uma das mamães mais poderosas do mundo, a cantora Beyoncé Knowles.
1975 foi um ano muito frutífero, pelo menos nas pick ups das embaladas músicas disco, já que outra banda entrou no cenário mostrando que as mulheres não eram as únicas a reinar absolutas nas discotecas por aí!!
KC and The Sunshine Band estourava nas paradas com as músicas That’s The Way, Shake Your Body e I Like It , com os grooves que nunca mais seriam esquecidos por fãs, que até hoje lembram daquela época que para muitos foi uma das mais divertidas e contagiantes da história musical do mundo.
Mas nem só de música se sustentou a “Era Disco”. O filme “Os Embalos de Sábado a Noite”, estrelado pelo performático ator John Travolta, levou para as telonas todo o ritmo da dance music. A trilha sonora do longa já dizia por si só!!Bee Gees com Night Fever e outras canções de seus CDs, ficavam no plano de fundo das histórias vividas por Tony Manero, personagem de John Travolta, e seus vários pares românticos. Pra quem nunca viu vale dar uma espiadinha!!!
Voltando às mulheres responsáveis por alavancar a era da disco music, quem aparece é a exótica Cher. Considerada uma das rainhas do movimento gay, a cantora chegou ao topo da parada da Billboard com a canção Take me Home, no ano de 1979.
Agora o rei indiscutível da “Era Disco” é o cheio de swing, James Brown. Get On Up é uma das músicas ainda mais tocadas nos Estados Unidos e que mais fatura em solo norte-americano.
O fenômeno “disc”’ também aumentou a popularidade de algumas formas de dançar pré-coreografadas. Durante a febre disco era comum ver cantores simulando um robô no palco. A popularização do estilo chamado Robot, veio depois que o jovem Michae Jackson do grupo Jackson 5, na época, simulou um robô em cima do palco!!!
Impressionante não é?!
Bom, então vou deixar vocês com um pouquinho do rei do funk/disco music, James Brown, com The Pig Pay Back!!!
Autora:Raissa Yelena
12/05/2012 às 23:01
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Arquivado em Nathália C,Seriados que Amamos,Televisão com 3864 palavras

“I know what you did. It makes me sick. I’m going to tell.”
Vou denunciar Desperate Housewives por me fazer uma pessoa viciada na vida alheia e no que se esconde por trás da felicidade dos moradores de Wisteria Lane. Nessa minha curta vida de seriadora, poucos pilotos de séries me instigaram tanto e me deixaram tão curiosa como o de Desperate Housewives, mas nós vamos falar disso logo abaixo. A série acaba amanhã (13/05) e eu já estou chorando há muito tempo de saudade.
Poucas séries conseguem fazer o que DH fez, que muito além de sobreviver oito anos com um ótimo nível de audiência todos os domingos, ir embora com a dignidade do dever cumprido. Do mesmo jeito que Mark Schwahn disse que aconteceria com One Tree Hill, Marc Cherry disse que vai acontecer com DH: elas se vão, mas a vida em Wisteria Lane continua.
Acho que já ficou bem claro que eu assistiria mais dez temporadas da rotina dessas mulheres, porque eu amo todas esse tanto. Mas vamos seguir o nosso pequeno roteiro do Seriados que Amamos e começar logo, porque se eu parar por muito tempo eu começo a chorar (tenho razões gente! Já perdi três séries esse ano!!!).
A história

Trip: Isso deve ter sido estranho.
Gaby: Claramente você não passou muito tempo na minha rua!
8×21
Desperate Housewives começou quando Marc Cherry estava com sua mãe vendo uma reportagem sobre Andrea Yates, uma mãe texana que afogou seus cinco filhos porque não suportou o peso da maternidade. Quando acabou a reportagem, ele ficou pensativo sobre como uma mãe pode fazer esse tipo de coisa e a mãe disse que já tinha pensado em fazer o mesmo. Cherry começou então a observar essas mulheres, que ficam escondidas na sua vida “perfeita”, mas que sofrem muito mais do que deixam aparentar.
DH conta a história de quatro moradoras de Wisteria Lane, uma rua de um subúrbio americano. A série tem mais de 40 premiações, incluindo sete emmys e outras premiações importantes como o Golden Globes. Ou seja, ao contrário das outras séries que eu já falei aqui, essa é bastante reconhecida pela crítica e pelo público. A série fez tanto sucesso que surgiram vários “spin offs” que na verdade não são isso. O canal Bravo lançou várias séries chamadas de “The Real Housewives of…” e tem de vários locais… Orange County, Atlanta, New York e são realities shows que acompanham a vida de verdade dessas mulheres, do mesmo jeito que a gente pode fazer com DH. Além disso, a série ganhou adaptações pelo mundo inteiro. Aqui no Brasil, a RedeTV trouxe “Donas de Casa Desesperadas”, que não deu muito certo, mas não vamos entrar nos méritos dessa produção.

Nós vamos falar mais sobre roteiro e personagens ai embaixo, mas vou tentar manter o nível de spoilers no mínimo, exatamente porque, apesar de ser exibida no Brasil pela Sony, DH não é uma série que tem um público muito extenso por aqui. E é uma série que todo mundo devia ver, porque critica pequenas e grandes coisas de nossas rotinas, com muito humor negro, uma dose de mistério e muitas risadas e lágrimas bem dosadas.
Você pode até pensar: “Nossa, uma série sobre donas de casa? Que chatice! Prefiro ver novela!” e talvez é por isso mesmo que você vai amar tanto DH. O pequeno “que” de novela mexicana da série, com muitos plots twists e cenas que você fica: “mas que merda acabou de acontecer?”, te conquista desde o piloto. E quando você acaba o piloto, você não consegue mais parar!
O elenco

Sabe o que acontece quando você junta um monte de bons atores e atrizes e dá boas histórias pra todos eles? Eles viram amiguinhos! E fazem séries lindas e cenas emocionantes. O elenco de DH é um dos mais unidos de todos que eu “conheço”. É claro que em oito anos de convivência eles tiveram algumas brigas e a mais famosa delas é a do produtor executivo da série com Nicolette Sheridan, a Eddie, mas fala sério, hoje é pra comemorar essa jornada e nós não vamos falar de brigas. Todos os atores e principalmente as atrizes de DH são muito fofos e dá vontade de colocar todo mundo no bolso e carregar pra sempre. Como eu sei disso? Pelo twitter, é claro.
Você também pode seguir a @EvaLongoria, que luta muito pelos direitos de todo mundo, é muito conhecida pelas grandes causas filantrópicas e faz propaganda política pro Obama! Tem também a @FelicityHuffman, que consegue ser MUITO MUITO MUITO fofa via twitter e acabou de lançar um site, chamado What The Flicka?, onde ela postou até cartinhas para DH. Tem também a @ReallyMarcia, que é um amor de pessoa e responde e dá RT e é linda como sua personagem. Dizem que o perfil da Teri Hatcher no twitter é @mysinglemoment, mas não tem o azulzinho de confirmação, então eu não sei informar se é verdade. Das pessoas que não são protagonistas ou que já participaram da série quem também tem twitter é a @danadelany, a @vwofficial, a @brenda_strong, o @Kyle_MacLachlan, o @NathanFillion, a @juliebenz, a @darcyrosebyrnes e a fofíssima e atriz mirim @maddielovesyou1, que além de tudo é irmã da Demi Lovato! #BOOM
Assim como o povo de One Tree Hill, a Felicity e a Eva “cobriram” as gravações finais e eu chorei só vendo as fotos. Porque é amor demais e eu não aguento, gente!
As personagens
Desperate tem MUITAS MUITAS MUITAS personagens, então eu vou falar só das quatro principais e das relações delas no PILOTO, porque como eu disse, são muitas e eu não quero realmente dar MUITOS spoilers.

“I try to hold my head up and smile and just bake more pies for the church social. But now your ex is camped out on our doorstep like I’m hosting some kind of morman slumber party. And I do not know how I’m going to bake my way out of this one!”
Sabe aquela personagem que você ama muito, mesmo com todos os defeitos e problemas? É a Bree. Bree é republicana, que fique bem claro. E controladora obsessiva. Enquanto tudo não estiver em perfeita harmonia ela não para. É também uma exímia cozinheira e uma mãe… obcecada? Nem tanto. Tudo que Bree quer é a perfeição. Ela é casada com Rex, mãe de Danielle e Andrew e como muitas pessoas, ela se esconde atrás das aparências. Como se uma vez que as coisas estão no lugar, tudo vai continuar assim por muito tempo, impedindo o desabamento. Bree é rica, bonita, tem filhos saudáveis e um casamento respeitável, já que o marido é um médico. Ao longo da primeira temporada, a gente percebe a desconstrução da personagem, que de egoísta e mesquinha, do tipo não posso ter um fio de cabelo fora do lugar, passa a ser uma pessoa que a gente sente pena e quer abraçar e dizer que vai ficar tudo bem ao longo da série. É interessante notar, que Bree NÃO envelhece de jeito nenhum. Eu diria até que com o passar dos anos, ela foi ficando mais bonita. Não é preciso explicar mais né? Obviamente, eu amo Bree Van de Kamp muito.

“Stop trying to make all those sound like compliments. You’re basically telling me I’m a bitch.”
Amanhã é dia das mães e pra mim, na série inteira, ninguém representa melhor o instinto materno em DH do que Lynette Scavo. Casada com Tom Scavo, na relação mais bonita da série inteira (in my opinion), Lynette começa a série como mãe de três pestinhas e uma bebê fofa: os gêmeos e filhos mais velhos Preston e Porter, o filho do meio, Parker (que tem quase a mesma idade dos gêmeos) e Penny. O mais legal é que Lynette não queria filhos e desistiu da carreira como executiva famosa para ser mãe. Lynette é manipuladora e faz de TUDO pra conseguir o que quer. O que não a faz menos humana. Pelo contrário. Eu diria que Lynette é de todas, a que mais chega perto da minha realidade. Eu realmente amo Lynette e em todas essas temporadas, foi a personagem que mais me fez chorar e refletir.

Eddie: No man respects an easy conquest. I make all my men wait.
Susan: It’s true, she has a little room with magazines and an aquarium.
Susan é a mais atrapalhada de todas as personagens. Sabe aquele que você olha e fala: “bom, graças a Deus a vida dela não é a minha!”, mas nem por isso ela deixa de ser adorável. É a única das quatro que começa a série divorciada e cuidando da filha, a espeta Julie, que tem idade mental mais elevada que a mãe, mesmo tendo só treze anos. Ela vive em pé de guerra com o ex marido, Karl Mayer, um advogado sem noção nenhuma das coisas, mas está mesmo de olho em Mike Delfino, o novo morador e encanador da rua. Susan é um desastre em forma de pessoa e talvez por isso, algumas das cenas mais engraçadas da primeira temporada fiquem por conta dela.

Sister Mary Bernard: Money can’t buy happiness!
Gaby: Sure it can! That’s just a lie we tell poor people to keep them from rioting!
Eu devo começar a falar de Gaby dizendo que eu amo todas elas muito, mas a Gaby eu amei desde o primeiro momento que ela apareceu, então ela é minha preferida. Não sei se é por causa da personalidade marcante, das tiradas fantásticas, das crises de riso que ela me causou ou dos momentos em que me fez chorar muito. Pode ser porque Gaby é a que menos se parece comigo e de um jeito, ela se parece demais. Gaby é egoísta. É meio queima filme falar isso, mas eu também sou assim. Acho importante ser egoísta em alguns aspectos da vida. Gaby também é pra mim, a personagem que mais cresceu durante a série inteira. Veja bem, ela cresceu, mas não perdeu sua essência. Ela ainda é a mesma Gaby do piloto, mas muito mais humanizada e muito mais querida. Anyway. Gaby é casada com Carlos Solis, mas a gente vê no piloto que ela é como um troféu para o marido. Talvez por isso, ela esteja pegando o jardineiro, interpretado pelo maravilhoso Jesse MetCalfe. Ao longo da série, a gente percebe que entre altos e baixos, Carlos e Gaby realmente se amam muito e eu amo eles muito também!
Pra terminar essa parte, os fãs elegeram as melhores cenas de cada uma dessas loucas e você pode conferir nesse link. Vale muito a pena. E bom, é claro que só essas quatro não construiriam a série sozinhas, mas elas estão lá desde o piloto, em todos os episódios, então eu vou ficar só com elas mesmo, porque se eu começar a falar de todo mundo que eu gosto nessa série, eu não paro nunca mais.
Roteiro

My name is Mary Alice Young. When you read this morning’s paper you may come across an article about the unusual day I had last week. Normally there is never anything newsworthy about my life, but that all changed last Thursday. Of course everything seemed quite normal at first. I made breakfast for my family, I performed my chores, I completed my projects, I ran my errands. In truth, I spent the day as I spent every other day, quietly polishing the routine of my life, until it gleamed with perfection. That’s why it was so astonishing when I decided to go to my hallway closet and retrieve a revolver that had never been used
Lembra que eu falei lá em cima sobre a genialidade do piloto de DH? Pois é, a série começa com um voice over estranho. É a voz de Mary Alice Young, narrando os acontecimentos de seu dia. E ela nos alerta: quando vocês pegarem o jornal, vão ler sobre mim. E ai ela se mata. E ninguém entende porque, já que a sua vida parecia normal e perfeita. Ai está a grande sacada. Você quer saber porque ela se matou. E você embarca nessa com as amigas dela, que Mary Alice vai apresentando ao longo do piloto. Por isso eu disse que poucas vezes eu vi um piloto tão bom. Mary Alice nos intriga com sua morte e vai apresentando suas vizinhas e amigas mais próximas. E ai, lá no meio da temporada, você ainda quer muito saber o que aconteceu com Mary Alice, mas você passa a ser importar MUITO com as outras.


Além disso, outra característica marcante de Desperate Housewives é o acréscimo de um mistério, que vem junto com um vizinho a cada temporada, como se cada uma delas fosse um livro bem escrito de mistério, romance, comédia e muita loucura. Ou seja, no final das contas, oito capítulos brilhantemente executados, mesmo que a oitava temporada não tenha sido um mistério em si, mas uma tentativa de encobrí-lo, muito bem feita por sinal.

No meio de tantas coisas, é claro que não podiam faltar episódios chocantes, outra coisa que DH fez bem. Nos chamados episódios de desastre, que acontecem lá pelo episódio nove (jogada estratégica, já que é nessa época que as séries entram de recesso e só voltam um tempo depois), já se passaram várias situações inesperadas de verdade: assassinato, suícidio, omissão de socorro, tiroteio em um supermercado com vários reféns, tornado, uma rua em chamas, acidente de avião e até um motim. Esses episódios são ótimos e você pode acabar descobrindo grandes dicas sobre o que vem a seguir na série a partir deles. De todos os desastres, acho que os meus preferidos são o do tiroteio em um supermercado, que acontece na terceira temporada e o acidente de avião, na sexta temporada… e devo dizer que esse último, mais por causa do episódio seguinte do que tudo.
Death is inevitable. It’s a promise made to each of us at birth. But before that promise is kept, we all hope something will happen to us… whether it’s the thrill of romance, the joy of raising a family, or the anguish of great loss. We all hope to experience something that make our lives meaningful, but the sad fact is not all lives have meaning. Some people spend their time on this planet just sitting on the sidelines waiting for something to happen to them… before it’s too late.
Com tantos desastres, MUITAS mortes aconteceram em Wisteria Lane. Sinceramente, essas cidades e ruas fictícias são lugares tensos demais pra se viver. Você pode conferir aqui as várias mortes de Desperate Housewives e honestamente, todas são bem chocantes.
Para finalizar e parar de falar da genialidade que é esse roteiro, é importante acrescentar os voice overs de Mary Alice à lista. Todas as narrações são muito pontuais e como eu disse antes, elas fazem a gente refletir bastante sobre a própria vida. Mesmo que você não tenha os problemas que essas mulheres tem, você acaba se colocando no lugar delas e imaginando o que você faria nessa situação. E você entende as atitudes de todas elas e eu acho que isso é característica de um roteiro impecável, merecedor de todos os prêmios que possui.
O fim

“This is the street where I used to live and these were the people with whom I shared my life. I met them the day they moved in. And I saw what they brought with them. Beautiful dreams for the future. And quiet hopes for a better life. Not just for themselves, but for their children, too. If I could, would I tell them what lies ahead? Would I warn them of the sorrow and betrayal that lie in store?No. From where I stand now, I see enough of the road to understand how it must be traveled. The trip is to keep moving forward, to let go of the fear and the regret that slow us down and keep us from enjoying a journey that will be over too soon. Yes, there will be unexpected bends in the road, shocking surprises we didn’t see coming, but that’s really the point. Don’t you think?”

shows always leave
Eu perdi muitas coisas esse ano e ele ainda nem passou da metade. Já se foram Chuck, One Tree Hill, Fazendo Meu Filme e agora eu vou me despedir de Desperate Housewives. Acho injusto tanta série boa assim acabar e uns lixos ficarem espalhados pela programação, mas é a vida. Eu ia falar sobre Marc Cherry, mas já ficou bem claro o que eu penso sobre ele né? Não? Bem, ele é foda. Pegar problemas comuns da vida cotidiana e transformar numa série que conta tanto sobre nós mesmo é jogada de gênio. Ele disse, em uma entrevista que gostaria de terminar a série com um sentimento de que a vida continua em Wisteria Lane. A vida continua mesmo, mas a gente queria ver toda semana né, senhor Marc!?

De qualquer jeito, eu vou sentir muito mais falta do que eu poderia imaginar dessas donas de casa desesperadas, loucas, alegres, mães, imaculadas, malvadas, manipuladoras, safadas, obsessivas, controladoras, “machas”, especiais, felizes, deprimidas, clinicamente perturbadas, vadias, multifacetadas, traíras, chantagistas, culpadas, esposas, habilidosas, vingativas, estressadas, amorosas, sexies, compreensivas, compulsivas, viciadas, amigas, amantes, cômicas, impulsivas, engraçadas, selvagens, intuitivas, desesperadamente humanas e apaixonantemente perfeitas na imperfeição.
Vou mesmo morrer de saudades.

Posso pedir pela última vez?
E você, que leu até aqui porque ama muito a série, como está se aguentando para o final?

E por último, mas não menos importante, meu muito obrigada à Desperate Housewives. Eu não acompanho a série desde o início e fiz uma maratona ano passado porque ia acabar, mas estou perdendo mais uma amiga querida e é muito ruim. Valeu pela companhia e pelo amor e por tudo que veio junto. E vou mudar a frase da Bree: de todas as séries no mundo, de tudo que passa na televisão, eu estou feliz porque vocês vieram parar na minha!
Desesperadamente e pra sempre o meu amor
p.s.: a série acaba amanhã só nos EUA. No meu coração ela vive pra sempre e o Canal Sony ainda está passando a oitava temporada! Então fica de olho! (:
02/05/2012 às 16:28
1 Comentário
Arquivado em Promoção com 81244 palavras
A nossa Promoção de Aniversário chegou ao fim e já temos um vencedor *-*
Quem vai levar pra casa nosso Kit de Aniversário que tem os livros “Tudo pode mudar” e “É Agora… ou Nunca”, o filme “Um verão para toda vida”, o CD “Born to die” da cantora Lana Del Rey e a primeira temporada da série One Tree Hill ééééé……..
URL do sorteio: http://beta.sorteie.me/r/tdB
PARABÉÉNS ANNA ! Entraremos em contato com você *
O DAL agradece a participação de todo mundo e se você não foi o sortudo ou a sortuda que levou essa, não desanime, sempre estaremos fazendo de tudo pra deixar vocês mais felizes!
Nós do DAL queríamos agradecer do fundo do coração a vocês, nossos leitores. Já é de conhecimento geral da nação que se não fosse por vocês, não ia ter razão nenhuma pro DAL existir… então, muito obrigada. Esses 2 anos foram incríveis e a gente espera que dure por muito mais. Continue nos visitando, comentando, dando sugestões e até criticas, queremos sempre fazer o melhor para você.
* gente, a Anna estuda com a gente… foi pura coincidência ela ser sorteada e é a primeira vez que isso acontece em todos os nossos sorteios o.o então nós vamos entregar o presente na aula!













